S3 vs S3S: o que muda no calçado de segurança?

Com a evolução das exigências laborais e a crescente preocupação com o bem‑estar dos trabalhadores, este ano trouxe uma mudança clara no mercado de equipamentos de proteção individual em Portugal. Se anteriormente, o foco estava sobretudo na robustez e durabilidade, hoje as empresas procuram soluções que combinem proteção avançada com conforto real durante longas horas de trabalho. É neste contexto que o calçado de segurança S3S ganha destaque, tornando-se a escolha preferida de setores como logística, indústria, manutenção e construção.

Ao contrário das categorias tradicionais, o S3S representa uma nova geração de calçado de segurança, desenvolvida para responder às necessidades de profissionais que passam grande parte do dia em movimento. A atualização da norma EN ISO 20345:2022 reforçou ainda mais esta tendência, ao introduzir requisitos mais rigorosos e classificações mais precisas, permitindo identificar de forma clara o nível de proteção de cada modelo.

Qual o melhor calçado de segurança para o verão? O que saber antes de escolher

Com a chegada dos meses mais quentes, surgem novos desafios para os profissionais. Se no inverno procuramos proteção contra o frio, no verão o desafio é combater o calor. As temperaturas elevadas e a transpiração constante podem transformar um dia de trabalho num verdadeiro teste ao conforto, sobretudo se o calçado não estiver preparado para estas condições.

Ao escolher o melhor calçado de proteção e segurança para o verão, não basta optar pelo modelo mais leve; é necessário encontrar um equilíbrio entre a respirabilidade, o conforto, a proteção e o cumprimento das normas de segurança exigidas para cada atividade.

Neste artigo, reunimos as principais características que deve considerar na escolha de calçado para trabalhar nos meses mais quentes.

EPI obrigatórios para empresas: checklist completa segundo a legislação

As exigências legais e operacionais na área da segurança no trabalho continuam a reforçar um princípio essencial: a responsabilidade pela disponibilização e controlo dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) é da entidade empregadora.

Esta responsabilidade deve ser devidamente estruturada e acompanhada por ferramentas de controlo eficazes, como uma checklist clara e regularmente atualizada. Mais do que uma boa prática de gestão, trata-se de uma salvaguarda jurídica, operacional e humana. Reunimos, ao longo deste artigo, os principais aspetos a verificar para garantir a conformidade e a segurança na sua empresa.

Pisos Escorregadios? Saiba como Prevenir Acidentes de Trabalho

Nos meses de outono e inverno, a chuva é uma das principais responsáveis por deixar os pisos escorregadios. As entradas de empresas, zonas de circulação de mercadorias e até as áreas de acesso ao público ficam mais perigosas, aumentando o risco de quedas e de acidentes de trabalho relacionados com o piso escorregadio.

Porém, o risco não se limita apenas aos meses de chuva. Em alguns setores, como as cozinhas industriais, as lavandarias, os hospitais e algumas indústrias alimentares, o piso molhado é uma situação mais frequente, dada a natureza do trabalho realizado. Nestes ambientes, o risco de escorregar é ainda maior e a prevenção torna-se indispensável.

EPI´s no Verão? Saiba o que diz a lei sobre o uso, mitos e verdades

Trabalhar no Verão pode parecer, à primeira vista, apenas uma questão de suportar o calor. Concorda?

Mas…quando falamos de profissões ao ar livre ou em ambientes industriais quentes, o risco vai muito além do desconforto. Desidratação, escaldões, exaustão térmica, estas são mesmo ameaças reais e, muitas vezes, subestimadas por colaboradores e responsáveis.

Saiba que a legislação portuguesa não ignora este facto. Existem normas claras que obrigam os empregadores a proteger os seus trabalhadores contra os efeitos das altas temperaturas. E isso passa, em grande parte, por garantir Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s) adequados à esta estação quente.

Neste artigo, vamos explorar o que diz a lei, quando é necessário adaptar os EPI´s no verão, quais os riscos associados ao calor e como garantir conforto e segurança mesmo naqueles dias mais tórridos. Tudo isto, descomplicado e com exemplos práticos.

Como prevenir lesões musculoesqueléticas no trabalho: Os EPI’s essenciais


Já sentiu dores nas costas depois de um longo dia de trabalho? Ou talvez um desconforto nos ombros após repetir o mesmo movimento várias vezes? Estas queixas podem ser sinais de lesões musculoesqueléticas, um problema que afeta milhares de trabalhadores e que, muitas vezes, poderia ser evitado com medidas simples, mas eficazes.

Em Portugal, os acidentes de trabalho continuam a ser uma preocupação crescente. Segundo os dados do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP), em 2022 registaram-se 211.144 acidentes de trabalho, sendo que 140 resultaram em morte. Os números são alarmantes e reforçam a urgência de implementar medidas eficazes para reduzir o risco no trabalho.

A boa notícia é que há formas de prevenir estas lesões e garantir um ambiente de trabalho seguro. O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), aliado a práticas ergonómicas adequadas, pode fazer toda a diferença na sua saúde e bem-estar. Neste artigo, conheça os EPI’s essenciais e descubra como proteger-se de forma eficaz, por forma a evitar uma lesão musculoesquelética.

Qual o melhor calçado de segurança S3? Descubra o Modelo FAFE

Se chegou até aqui, é porque certamente está a passar pelo desafio de encontrar calçado que se adeque à exigência do dia-a-dia profissional. Encontrar um modelo de calçado que responda a todas as necessidades não é fácil, nomeadamente quando se trata de profissões que exigem um calçado mais robusto e resistente, como é o caso de trabalhadores da construção civil, da indústria ou da agricultura. 

Neste artigo vamos apresentar-lhe as vantagens de usar calçado S3S, um tipo de calçado desenvolvido para oferecer a máxima proteção, conforto e durabilidade durante a execução daqueles trabalhos mais árduos.

Calçado para Eletricistas: Quais as diferenças entre Calçado ESD e Calçado Dielétrico?

Entre as várias profissões existentes, existem aquelas que representam maior risco para a vida dos profissionais que as exercem. A profissão de eletricista é uma delas, pois o risco de contacto acidental com fios energizados ou equipamentos defeituosos é muito grande, podendo provocar queimaduras e contrações musculares graves e até fatais.

Os eletricistas devem utilizar EPIs para garantir a sua proteção diariamente, sendo o calçado para eletricistas um dos equipamentos mais importantes. Ainda que se parta do princípio de que cada eletricista conheça o tipo de calçado ideal para as suas atividades e respetivas exigências, queremos alertá-lo para as diferenças existentes dentro das várias opções de calçado disponíveis no mercado.

Mantenha-se connosco e fique a par das principais diferenças entre Calçado ESD e Calçado Dielétrico, para que possa optar sempre pela solução mais adequada ao seu caso.

Novas normas do calçado de segurança: o que mudou com a EN ISO 20345:2022?

O calçado de segurança é essencial para proteger os trabalhadores em inúmeros contextos industriais. Da proteção contra ferimentos à otimização do desempenho, o calçado de segurança desempenha um papel integral no estabelecimento de um ambiente de trabalho seguro.

Em Portugal, os requisitos para o equipamento de proteção individual (EPI) dos trabalhadores são definidos pelo regulamento EPI da União Europeia e pelas normas europeias e internacionais nele baseadas. Estas normas garantem que os requisitos de EPI são atualizados para elevar os padrões de segurança.

Recentemente, estas entidades introduziram uma atualização da norma EN ISO 20345, substituindo a anterior EN ISO 20345:2011 pela nova EN ISO 20345:2022 como referência para o calçado de segurança.

Esta norma revista introduz várias alterações importantes que terão impacto no mercado do calçado de segurança e proporcionarão uma proteção ainda melhor aos trabalhadores, como iremos explorar neste artigo.